
Mulheres na Psicanálise: Marie Bonaparte
Marie Bonaparte, sobrinha-bisneta de Napoleão I da França, foi a 1ª psicanalista francesa. Traduziu a obra de Freud para o francês e muito mais.

Marie Bonaparte, sobrinha-bisneta de Napoleão I da França, foi a 1ª psicanalista francesa. Traduziu a obra de Freud para o francês e muito mais.

Nascida em Maceió, em 15 de fevereiro de 1905, a psiquiatra Nise da Silveira foi a única mulher formada pela Faculdade de medicina da Bahia em 1926; escolheu a carreira de psiquiatra devido a um artigo jornalístico e uma visita a um presídio em Recife. Sua tese, “Ensaio da criminalidade da mulher no Brasil”, foi motivo de sua escolha na carreira.

Dezoito de maio. Dia Nacional da Luta Antimanicomial. Momento oportuno para lembrar o que já aconteceu de pior em torno do encarceramento da loucura como “tratamento” e nos fazer as perguntas possíveis e impossíveis: o que podemos fazer para dar atenção ao sofrimento mental sem cair nas “soluções” fáceis e rápidas que apenas degeneram e limitam vidas, assujeitando-as no que chamamos de “instituição total”?*

Bem, adolescer é um processo conturbado e que faz marca porque é a hora e a vez da desconstrução da imagem idealizada que tínhamos de nossos pais.

Melanie Klein (1882 – 1960) foi responsável por transformar a teoria clássica de Freud, construindo técnicas para o atendimento infantil. Além de pioneira no tratamento de crianças e de autistas através da psicanálise, Klein estava envolvida nos principais debates da comunidade acerca da sexualidade feminina e da gênese da feminilidade freudiana que, em alguns momentos de sua teoria, parecia centralizar o desenvolvimento psíquico na figura paterna.

Transexuais e travestis são pessoas de corpo e alma que habitam, estigmatizadas, um lugar ruim e perigoso no imaginário social, o qual deriva de interesses e limitações biopsicossociais, religiosas e políticas.

Uma das pioneiras nas discussões sobre relações entre gênero, classe e raça no mundo. Atravessada pela Psicanálise denunciava uma neurose cultural que buscava suprimir aqueles que eram testemunhas vivas da latinoamefricanidade denegada.

O texto traz um breve panorama de como a psicanálise se propõe a ouvir e a tratar nossas manifestações psíquicas e como a angústia, muitas vezes entendida como sintoma, é a mola propulsora do processo analítico.

De tempos em tempos somos interpelados pela pergunta: a psicanálise é machista? Mais importante do que responder com sim, ou não, é poder fazer dessa pergunta uma convocação para pensar a nossa prática e nossos discursos. A psicanálise é, também, um estudo dos discursos, e por isso torna-se fundamental pensar como esta se coloca frente ao machismo e a lógica patriarcal.

Lou Andreas-Salomé (1861 – 1937) foi uma ensaísta, filósofa, poeta, romancista e psicanalista. Respeitada e admirada por intelectuais de sua época, Lou foi considerada uma mulher à frente de seu tempo.
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